Papéis na papelaria personalizada – Guia completo

Papéis na papelaria personalizada – Guia completo

Papéis na papelaria personalizada

Um guia completo sobre os papéis utilizados na papelaria personalizada

Hoje vou começar uma série de post sobre os papéis na papelaria personalizada.

Nessa série, pretendo abordar várias questões, como tamanhos, gramaturas, tipos de papéis etc., pois a ideia é que ao final da série, esses posts se tornem um guia completo do assunto.

O primeiro assunto a ser tratado será sobre o papel e suas características gerais.

Papéis na papelaria personalizada

Papel

Inventado na China, 105 anos depois de Cristo (d.C.), por T’sai Lun, o papel é, basicamente, fabricado com polpas de fibras e água. Dependendo da sua finalidade, podem ser adicionados outros componentes, como, por exemplo, cargas minerais.

Acabamento

A fase de acabamento no processo de fabricação do papel determina os atributos do papel no processo de impressão.

Por exemplo, a colagem superficial promove resistência à tinta e à água, e confere atributos estéticos e mecânicos tanto em meio seco como úmido.

Além disso, também melhora a rigidez, diminui a aspereza, aumenta a opacidade e melhora a sensação tátil, além de aumentar a resistência superficial da folha e a diminuição de formação de pó.

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Papéis não revestidos

Todos os papéis recebem a colagem superficial. Se esta etapa for a finalização da fabricação, os papéis resultantes são chamados de não-revestidos. São exemplos de papéis não-revestidos muito utilizados na papelaria personalizada:

  • Papel Offset
  • Papel Opaline

Papéis revestidos

No caso dos papéis revestidos ou couché, é possível dizer que eles são basicamente um offset revestido com uma camada de tinta que, dependendo da sua formulação e calandragem, pode torná-lo um papel com brilho ou fosco.

Se o papel for revestido com tinta em apenas uma das suas faces, ele é classificado como L1. Se for revestido nas duas faces, o papel é classificado como L2. Você deve estar se perguntando por que essa informação é importante na papelaria personalizada.

Simples, porque dependendo do trabalho a ser feito, você pode optar por usar um papel L1 (um lado revestido), geralmente mais barato, ou o L2 (dois lados revestidos) mais caro. Por exemplo:

  • Papel L1: pode ser usado em rótulos, etiquetas escolares, confecção de capas de: bloquinhos, agendas, cadernos etc.
  • Papel L2: pode ser usado em caixas onde a parte interna também será impressa (personalizada), topos de bolo com impressão nos dois lados

O papel revestido pode ser utilizado em produtos que precisam de alta qualidade de impressão, vivacidade das cores e definição de imagens. São exemplos de papéis revestidos muito utilizados na papelaria personalizada:

  • Papéis Fotográficos: Papel Matte e Papel Glossy
  • Papel Couché

Papéis especiais

Também existem papéis que recebem revestimentos e recursos para terem atributos diferenciados e, por isso, são utilizados em funções específicas. Estes papéis são denominados de papéis especiais. São exemplos desses papéis:

  • Papel Autoadesivo: papel que recebe uma camada de cola sensível à pressão e é protegido por outro papel (liner). Ele pode ser revestido ou não-revestido.
  • Papel Texturizado: papel que recebe uma calandragem com textura em alto relevo. Ele pode ser revestido ou não-revestido. Exemplos: Papel Vergé, Telado, Casca de Ovo e Microcotelê.

Há várias características dos papéis na papelaria personalizada e, mais para frente, irei falar mais sobre elas.

Não perca o próximo post

O próximo fala sobre os formatos dos papéis e você pode acessar no link a seguir.

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